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Entrevista

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Entrevista ao Dr. Giuseppe Plazzi para o Dia Europeu da Narcolepsia 2013

18/03/2013 ● Lecturas 43.448


Dr. Giuseppe Plazzi Neurologista responsável do Laboratório do Sono, Departamento de Ciências Neurológicas, Universidade de Bolonha. Membro do European Narcolepsy Network (EU-NN).
Pergunta. Pode dizer-se que investigou todos os aspectos da doença: clínicos, imunogenéticos, terapêuticos, médico-legais, etc., tanto na idade pediátrica como em adultos. Como pôde estudar este espectro tão amplo de doentes? Tiveram alguma coisa a ver as magníficas campanhas levadas a cabo pela Associação Italiana de Narcolepsia (AIN)?
Resposta. Começámos a colaborar com a Associazione Italiana Narcolettici (AIN) no ano 2000, planificando campanhas de sensibilização da narcolepsia entre os médicos. Desenhámos juntos o famoso desenho animado, um clip de vídeo que resumia os sintomas principais da narcolepsia, e este desenho animado passou na maioria das emissoras italianas. A campanha criou um enorme eco sobre a narcolepsia e tivemos a oportunidade de diagnosticar centenas de doentes, anteriormente não diagnosticados ou mal diagnosticados. Também criámos uma equipa multidisciplinar para abordar os diferentes aspectos da narcolepsia: médico-legais com Francesca Ingravallo, metabólicos com Uberto Pagotto, psicológicos com Carlo Cipolli e Christian Franceschini, e pediátricos com Filippo Bernardi, Antonio Balsamo e Monia Gennari.

P. Quando analisámos as suas numerosas publicações há, na nossa opinião, dois aspectos relevantes: por um lado, a semiologia da cataplexia em idade pediátrica, documentada com copioso material videográfico e, por outro lado, o amplo espectro das perturbações metabólicas estudado na sua série infantil (Aran A, et al. Sleep 2010). Poderia expor os aspectos chave dos dois estudos?
R. Devido à grande quantidade de doentes estudados, começámos a diagnosticar crianças com narcolepsia quase no início da doença. Sabe-se que em mais de 50% dos doentes narcolépticos os primeiros sintomas aparecem antes dos 15 anos e, contudo, na maioria dos casos são diagnosticados na idade adulta. Parece que durante o período de tempo compreendido entre o aparecimento dos primeiros sintomas e o diagnóstico, existe outro aspecto clínico da narcolepsia. Esta afirmação suscita um debate importante: pode modificar-se a narcolepsia durante o curso da doença? O que evidenciámos na ampla série de crianças estudadas foi um quadro clínico novo que não tinha sido descrito anteriormente. A narcolepsia infantil é caracterizada por um início abrupto, a cataplexia é frequentemente associada a perturbações do movimento complexas, alterações do comportamento, sonolência marcada ou hiperactividade., insónia, obesidade ou aumento repentino de peso, puberdade acelerada ou, inclusive, puberdade precoce. A minha impressão pessoal é que este quadro, com o tempo, transforma-se no quadro típico da narcolepsia e esta apresentação diferente é o que dá origem ao atraso no diagnóstico.

P. O seu trabalho sobre o processamento das emoções em narcolépticos é de grande interesse para o conhecimento dos mecanismos psicofisiológicos da doença (Tucci V, et al. Sleep 2003). Pode resumir-nos os resultados do seu estudo?
R. A narcolepsia com cataplexia é uma resposta fascinante e anómala às emoções e, claramente, bastante mais que uma ‘perturbação do sono’. No ano de 2003 realizámos um dos primeiros estudos psicofisiológicos em doentes narcolépticos e encontrámos, pela primeira vez, respostas emocionais alteradas nestes doentes, que indicavam um envolvimento da a amígdala como, posteriormente, Sophie Schwartz e Claudio Bassetti confirmaram em vários artigos.

P. Ficámos muito interessados nas suas publicações relacionadas com os aspectos do sistema nervoso autónomo e suas implicações na narcolepsia humana (Donadio V, et al. J Sleep Res 2008). Pode dar-nos informações adicionais sobre este aspecto?
R. Estudámos também os aspectos autónomos da narcolepsia e, no artigo com Vincenzo Donadio, as alterações autónomas paroxísticas durante a cataplexia por microneurografia. Outros estudos sugerem que o sistema nervoso autónomo pode estar alterado em doentes narcolépticos, mas não é claro se tal alteração se deve à hipofunção do sistema hipocretinérgico ou se pode ser secundária à alteração do sono. Este é um campo fascinante e creio que vários grupos estão a investigar o tema.

P. O Sr. Organizou o 3º Dia Europeu da Narcolepsia em Bolonha há um ano. Foi uma reunião excelente devido à qualidade do programa científico, a uma grande participação e à reunião posterior das associações europeias de narcolépticos. Aprendemos muito e tomámos como referência a estrutura daquela reunião para organizarmos o 4º Dia Europeu da Narcolepsia em Madrid em 16 de Março de 2013.
R. A organização do 3º Dia Europeu de Narcolepsia em Bolonha foi uma grande oportunidade para o meu grupo e para os doentes. O congresso foi patrocinado, na realidade, pela Associação de doentes. Desejo-lhe um sucesso ainda maior para a sua reunião em Madrid.

P. A Clínica Neurológica de Bolonha é uma referência internacional como pioneira nos estudos de patologia do sono humano. Sabemos que o Laboratório do Sono está a ser transferido para o Hospital Bellaria e perguntamo-nos se todas as linhas de investigação abertas manter-se-ão no novo centro.
R. Espero bem que sim! Estamos a trabalhar à criação de um centro moderno e multidisciplinar para o diagnóstico, o tratamento e a investigação da narcolepsia no hospital de Bellaria.

P. Por fim, como membro do board do EU-NN, gostaria que nos resumisse os resultados do network dos últimos 5 anos e as perspectivas para o futuro.
R. A EU-NN criou uma rede importante, envolvendo todos os centros europeus com maior experiência em narcolepsia. A base de dados e o estudo da associação ampla de genomas (GWAS) foram os dois principais objectivos deste novo grupo científico. Creio que futuramente a EU-NN pode trabalhar em diferentes linhas com o envolvimento de um maior número de centros europeus, promovendo a colaboração clínica, os estudos genéticos, a investigação translacional e os novos tratamentos. O trabalho com as associações de doentes deve fomentar o conhecimento da doença e favorecer recomendações para a escola, o trabalho e para a obtenção da carta de conduzir dos doentes.
Dr. Rosa Peraita-Adrados
Unidad de Sueño y Epilepsia-Neurofisiología Clínica. Hospital Universitario Gregorio Marañón. Madrid


Prof. Juan-Vicente Sanchez-Andrés
Director asociado de Revista de Neurología
Departamento médico, Viguera eds.
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